Vídeo de apresentação dos resultados do Projeto Piloto de Compostagem de Mogi Mirim

Realizamos o Projeto Piloto de Compostagem na cidade de Mogi Mirim, onde trabalhamos desde a INAMBI com nossos parceiros coordenando o projeto com a intenção de desenvolver um modelo referencial de gerenciamento de resíduos orgânicos para as 5500 cidades do Brasil, como uma experiência brasileira para brasileiros.

Resultados do Projeto Piloto de Compostagem Mogi Mirim

O projeto teve início em 2013, com o propósito de desenvolver um modelo referencial na gestão de resíduos sólidos urbanos orgânicos para as mais de 5500 prefeituras do Brasil, que até agosto de 2014 tem que se adequar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/2010.

Papel feito a partir de lixo e outros materiais

crush_productionA inovação e criatividade são o caminho a seguir para poder encontrar respostas de como satisfazer nossas necessidades de forma sustentável e com qualidade de vida e bem estar. Isso requer o uso da imaginação de todos os setores de nossa sociedade e o desenvolvimento de uma inteligência ambiental que desafiem os modelos e paradigmas que temos seguido até hoje como sociedade. 

Um dos entraves para a fabricação de papel, e uma das causas de seu encarecimento, é a insuficiência de matéria-prima. A italiana Favini levou 18 meses no desenvolvimento de um produto que não usa somente os recursos das matas em sua composição. Além da polpa das árvores – insumo que é economizado em cerca de 15% em sua manufatura –, o papel crush é feito com materiais orgânicos obtidos a partir de milho, laranja, oliva, kiwi, amêndoa, avelã e grãos de café, cuja reposição é menos complicada que os processos de reflorestamento. A fórmula do Crush também inclui resíduos por consumo reciclado, que responde por 30% do composto final. Com uma farta variedade de cores, ele pode ser usado tanto em livros e brochuras como em embalagens.

Veja mais sobre este inovador produto em http://www.favini.com/

BASF realiza, mais uma vez, evento lixo zero e transforma resíduo orgânico em adubo valioso

organicsA BASF, o buffet Lia Tulmann, a Inambi Inteligencia Ambiental e o Grupo Visafértil firmam parceria para coletar e transformar todo o resíduo do evento
 Copos revestidos e sacos de lixo feitos com ecovio® possibilitam a transformação de resíduo sem a separação

O ecovio®, plástico compostável certificado da BASF, é o protagonista do projeto envolvendo copos descartáveis e biodegradáveis e sacos de lixo compostáveis que acontecerá durante o evento de apresentação da primeira casa de eficiência energética da BASF no Brasil, a CasaE localizada na zona sul de São Paulo.

Durante o evento, a empresa Lia Tulmann, encarregada do serviço de buffet do evento, orientada pela Inambi, coletará todo o resíduo orgânico utilizado na preparação dos alimentos em sacos de lixo confeccionados com ecovio®, plástico compostável certificado da BASF, com conteúdo renovável

Comissão aprova exigência para produtos anunciados como sustentáveis

greenwashingA Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou, na quarta-feira (12), proposta que obriga as empresas que utilizam propaganda com foco na sustentabilidade ambiental a comprovarem por que seus produtos ou serviços são ambientalmente sustentáveis. A medida está prevista no Projeto de Lei 4752/12, do deputado Márcio Macêdo (PT-SE).

Pelo texto aprovado, as informações trazidas nos rótulos dos produtos e no material publicitário devem estar acompanhadas de dados de referência, comprovados por companhias certificadoras ou publicados em revistas científicas, que demonstrem, quantitativamente, o diferencial “verde” da marca. Empresas que não comprovarem a adoção de práticas sustentáveis ficam sujeitas a sanções previstas na Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), que vão desde advertência até a suspensão parcial ou total de atividades.

Relator na comissão, o deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC) apresentou parecer pela aprovação da proposta. “A ideia de estabelecer um controle sobre eventual propaganda enganosa faz sentido, na medida em que empresas podem se utilizar dos benefícios da associação da sua marca a ações inexistentes de proteção ao meio ambiente”, afirmou.

Entre as fraudes da rotulagem ambiental definidas pela proposta – também chamadas de “maquiagem verde” – estão:
– a declaração de que um produto é “verde”, com base apenas em um atributo ou em um conjunto restrito de atributos ambientalmente corretos;
– a afirmação de que o produto é ambientalmente correto, mas sem informações que possam comprovar isso;
– a declaração abrangente como “não tóxico”, “natural”, “verde” que não contenha explicação a ela relacionada;
– a declaração falsa, não só a respeito do produto como também de suposta certificação.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será examinado ainda pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: www.camera.leg.br

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